Num indivíduo jovem, o osso é sempre destruído e reconstruído. Numa pessoa com osteoporose, mais tecido ósseo é perdido do que regenerado. Nos homens, acredita-se que a testosterona tenha um papel em manter este equilíbrio. Entre 40 a 70 anos, a densidade óssea dos homens diminui em 15%. Aproximadamente um em cada oito homens acima dos 50 anos tem osteoporose.
A incidência de fraturas de quadril aumenta exponencialmente no envelhecimento masculino, como nas mulheres. A incidência de fraturas tem aumentado em homens, enquanto que parece estabilizar nas mulheres, provavelmente devido às mudanças de estilo de vida, suplementação de cálcio e terapia de reposição hormonal. Densidade óssea baixa aumenta o risco de fraturas freqüentes, associada com dor e, em muitos casos, perda de independência. Pulsos, quadris, coluna e costelas são as mais afetadas.
Duas importantes conseqüências da osteoporose são frequentemente vistas como um lento e progressivo arredondamento dos ombros, bem como perda de altura e dores nas costas. Especialmente devastadoras são as fraturas de fêmur: um terço dos pacientes não recupera totalmente a movimentação.
Risco Cardiovascular
Recentes evidências sugerem que o risco de aterosclerose (endurecimento das artérias) ocorre em homens, à medida que seus níveis de testosterona diminui com a idade. As pesquisas ainda não são completas, mas os achados clínicos apontam para uma associação entre testosterona baixa e aumento de fatores de risco cardiovascular nos homens.
Uma relação causa e efeito ainda não foi estabelecida em estudos clínicos grandes. Mais pesquisas são necessárias, nessa importante área de estudo.