No Dia do Homem, 15 de julho, a SBEM, por meio do Departamento de Endocrinologia Feminina, Andrologia e Transgeneridade (DEFAT), vem abordar um tema fundamental que reforça a importância da testosterona na saúde masculina.
A testosterona é um dos hormônios mais importantes para os homens e é, principalmente, produzida pelos testículos. Ela auxilia, entre outras coisas, na força muscular, no desejo sexual e na força óssea.
Vale lembrar que:
– “Baixa testosterona” é quando o corpo produz níveis inadequados desse hormônio. O termo médico para isso é “hipogonadismo masculino” e seu diagnóstico deve levar em conta a presença de sinais e sintomas somados à dosagem de baixos níveis hormonais no sangue.
– Os sinais e sintomas, associados aos baixos níveis de testosterona nos homens, dependem da fase da vida. Podem se manifestar com o atraso do desenvolvimento sexual ou desenvolvimento sexual incompleto na puberdade. Também se manifesta na presença de testículos pequenos e perda de pelos corporais (axilares e pubianos).
– Nos adultos, o hipogonadismo masculino pode cursar com redução do desejo (libido) e da atividade sexual, diminuição das ereções espontâneas ao acordar, disfunção erétil, aumento do volume das mamas (ginecomastia), infertilidade ou baixa contagem de espermatozoides ao exame do sêmen e fraturas ósseas por baixo impacto ou baixa densidade óssea.
– Alterações de humor, diminuição da energia e da motivação, calorões, suor excessivo, alterações no padrão do sono, mudança na composição corporal e piora da concentração e da memória podem ser observados, mas são achados menos específicos. Estes sintomas não devem ser considerados de forma isolada para o diagnóstico e merecem uma avaliação individualizada.
Se você apresentar os sinais ou sintomas descritos, ou tiver dúvidas sobre os seus hormônios, procure um(a) médico(a) com registro de especialista (RQE) em Endocrinologia e Metabologia.
O(A) seu(sua) médico(a) poderá avaliar a melhor forma para identificar o que está causando as suas queixas e, também, irá lhe propor o melhor tratamento.
Consultoria: Dr. Marcelo Fernando Ronsoni (presidente), Dr. Alexandre Hohl (vice-presidente) e os diretores: Dra. Poli Mara Spritzer, Dra. Dolores Perovano Pardini, Dr. Ricardo Martins da Rocha Meirelles, Dra. Mônica de Oliveira e Dra. Tayane Muniz Fighera.