Teve início, em Brasília, o 10º Encontro Brasileiro de Endocrinologia Pediátrica (EBEP), reunindo especialistas de diversas regiões do país para discutir avanços, desafios e perspectivas na Endocrinologia Pediátrica.

O evento promove uma programação científica abrangente, com foco na atualização clínica e no intercâmbio de experiências entre profissionais dedicados à Endocrinologia e Metabologia na infância e adolescência. As abordagens têm formatos inovadores e trazem olhares especiais para acompanhar essa fase tão importante da vida.
O 10º EBEP é organizado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, por meio do Departamento de Endocrinologia Pediátrica, com a presidência do Dr. Luiz Claudio Castro. Além das pesquisas e debates científicos, o encontro traz temas diferentes para reflexões e orientações, como a publicação de artigos, orientações sobre a importância dos Archives of Endocrinology and Metabolism (Revista Científica da SBEM), os alertas sobre desreguladores endócrinos e os cuidados com a presença do médico nas redes sociais.




Para trazer os jovens especialistas para à especialidade, um espaço interativo foi criado: A Arena dos Residentes e Pós-graduandos. Lá, um jogo de raciocínio clínico, agilidade e conhecimento foi feito para testar os conhecimentos.
A abertura oficial do evento aconteceu no início da tarde do dia 23 de abril. O evento vai até o sábado (25 de abril). Vejam alguns momentos da cerimônia de abertura.

Links de trechos da abertura do evento X (Twitter)
Dr. Luiz Claudio Castro
Dr. Neuton Dornelas
Dr. Sonir Antonini
Dr. Juliano Zakir
Na conferência de abertura, o biólogo Átila Iamarino, com coordenação do Dr. Luiz Claudio, detalhou como o ato de cuidar foi decisivo na evolução humana. “Isso viabilizou o tipo e tamanho de cérebro que temos hoje, por exemplo, e todo o processo de aprendizado que temos ao longo da vida”, explicou o biólogo.
Ele mencionou como esse aprendizado é complexo no ser humano, muito mais do que qualquer outro animal. Ele falou sobre as diferenças entre pais e mães nesse processo, porque a cultura molda mas a fisiologia também é parte fundamental nesse processo.