Simpósio – T e o Coração: Risco ou Benefício

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Simpósio – T e o Coração: Risco ou Benefício

por site em 15 de abril de 2021


T e Doença Cardiovascular Aspecto Epidemiológico
A. Wan van den Bld Holanda

O risco de doença cardiovascular e bem maior durante a vida em homens comparando com mulheres, sugerindo que T ou a falta de estrogeno teria um papel num maior risco de DCV. Por outro lado, níveis T diminui com a idade coincidindo com um aumento da doença ateroesclerótica associada á idade.

Alguns estudos sugerem que homens com doença DCV podem ter níveis mais baixos de T. Por outro lado até a gora estudos prospectivos não mostram uma relação entre T e DCV em homens. Estudos intervencionais com T em velhos ou homens com DCV sugerem que podem haver melhoras em mudanças do ECG. Em adição T exerce efeitos significantes em vários fatores de risco.

Pouca pesquisa foi feita sobre a correlação T e parede vascular. No trabalho do autor feito com 403 velhos (idades de 73-94 anos), níveis baixos de T foram correlacionados a uma espessura da íntima- media da artéria carótida. Níveis de T livre foram inversamente proporcionais a espessura da íntima-média da carótida 4 anos depois. Correlações entre fatores de riscos cardiovasculares clássicos e DCV se tornam mais complexo com idade avançada e outros fatores como hormônios sexuais pode ser importantes em relação ao risco de DCV em indivíduos mais velhos

Terapia de T no Envelhecimento Masculino e Efeitos no Metabolismo de Lípides
L. J. G. Gooren, Holanda

Existe uma diferença de gênero na extensão da vida e no inicio e severidade de DCV com uma desvantagem masculina. Uma das diferenças importantes entre homens e mulheres é diferença nos esteroides sexuais circulante. A maior freqüência. de DCV em homens, bastante sem críticas, foi atribuída a T. Ao mesmo tempo o mito da proteção para DCV pelos estrógenos foi recentemente frustrada. É bastante impressionante que perfil bioquímicos desfavorável para risco cardiovascular em homens (HDL baixo LDL baixo, Triglicerides alto, Fribrinogenio alto e PAI-1) são mais associados com níveis baixos de T de que com níveis altos. Estudos intervencionais com T mostram algum efeito negativo no HDL e no PAI-1 mais efeitos positivos no fibrinogenio, insulina, leptina, e massa de gordura visceral. A lição a aprender é que o andrógeno exerce efeitos positivos, neutros e negativos, nos marcadores nas doenças cardiovasculares. HDL colesterol baixo epidemiológicamente associado com um crescente risco cardiovascular.

Administração. da T abaixa HDL plasmático mas esse efeito não necessita ser aterogênico porque a queda pode ser uma expressão de aceleração do transporte de colesterol reverso. Aqui a necessidade de estudos longitudinais com avaliações clínica mais do que bioquímica se apresentam. Os estudos existentes sobre a administração de T no envelhecimento masculino mostram que o efeito da T sobre as frações de lípides são leves ou neutros. No momento a adm. de T para velhos com deficiência de T e que tem sintomas do ponto de vista de risco cardiovascular pode ser recomendada.