Sessão Plenária – Testosterona e Síndrome Metabólica

Eventos Médicos

Sessão Plenária – Testosterona e Síndrome Metabólica

por site em 15 de abril de 2021


S. Arber, Suécia

Nos Estados Unidos 23% dos homens tem a síndrome metabólica na qual a resistência a insulina tem um papel fundamental. Estudos epidemiológicos indicam que níveis de insulina e T são inversamente proporcionais. T é um importante modulador de sensibilidade de insulina no homem.

Hipogonadismo em homens com resistência a insulina é devido e à diminuição da secreção de T. pelas células de Leydig.

O andrógeno inibe diferenciação de adipócitos estimula diferenciação muscular.

A T regula a composição corporal. Se um homem recebe 100mg de T por semana aumenta sua massa magra e diminui o tecido adiposo inclusive o subcutâneo.

Níveis de T são mais baixos em homens com DM 2 do que em homens normais.

Envelhecimento, Andrógenos e a Síndrome Metabólica(SM)
R.ANDRES, NIH USA

O diagnostico SM é baseado em quatro domínios: Obesidade, disglicemia, dislipidemia, hipertensão. Já que as variáveis desses tópicos podem ser influenciado pela a idade e pelo meio androgenico o autor examinou a influencia de andrógeno na prevalência de SM durante toda a vida adulta.

Método: 618 homens entre 23 a 93 anos (Baltimore Longitudinal Study of Aging) foram divididos em 4 grupos de acordo com a faixa de idade. As regras do OMS identificaram aqueles com SM. O autor analisou relações entre andrógenos (T, SHBG, Índice de T livre (ITL) , e (DHEAS) com as oito variáveis metabólicas da SM.

Resultados: T e SHBG aumentaram com a idade; no entanto ITL(T/SHBG) diminuíram sensivelmente. Declínio no DHEAS também foi grande.

Intolerância a glicose e hipertensão aumentaram sensivelmente com a idade enquanto que outras variáveis tendiam a piorar na meia idade e no envelhecimento. Essas tendências resultaram em marcado aumento de SM de 2% até 35 anos, para 38% no envelhecimento. Apesar das evidências de sensíveis quedas com a idade de ITL DHEAS nenhuma influenciou a prevalência da SM.. SHBG especialmente e T foram fortemente relacionadas a SM. O efeito da T foi exercido principalmente via sua influência na obesidade menos na glicose e lipídios e mínimo na pressão arterial.

Conclusão: T. alta e níveis de SHBG são muito significativamente associados com uma menor prevalência da SM em homens de meia idade, velhos e mesmo muitos velhos.