#SBEMResponde: Tireoide

relogio 10/05/2018 - 16:21 #SBEMResponde

Diariamente a SBEM recebe, do público leigo, e-mails e mensagens em suas redes sociais pedindo esclarecimentos sobre os principais problemas endocrinológicos. As dúvidas são tiradas no material que a Sociedade produz para esse público, como a série #SBEMResponde.

Dando continuidade a série, e aproveitando a proximidade com a Semana Internacional da Tireoide, a Sociedade esclarece questões relacionadas às disfunções tireoidianas. A consultoria é do Departamento de Tireoide da SBEM.

Uma das perguntas mais frequentes dos pacientes sobre o assunto é: Tenho tireoide, e agora?

O consultores do Departamento explicam que o normal é ter tireoide. Quem nasce sem a glândula apresenta quadro clínico chamado de cretinismo, que é uma doença grave. O que precisa ser avaliado é se o paciente tem ou não algum problema no funcionamento da tireoide.

A glândula tireoide produz hormônios que ativam os processos metabólicos do organismo. Quando há o excesso de produção desses hormônios há uma aceleração do processo metabólico. Quando se tem a falta deles, ocorre o oposto.

Uma das disfunções mais comuns da tireoide é o hipotireoidismo, que afeta principalmente mulheres e idosos acima de 60 anos, mas recém-nascidos também podem apresentar a disfunção. O hipotireoidismo em bebês é detectado pelo Teste do Pezinho.

Os sintomas do hipotireoidismo são muito inespecíficos: cansaço, queda de cabelo, unha fraca, pele seca, alterações de humor etc. O paciente sem tratamento também pode apresentar complicações como dislipidemia, hipertensão arterial e anemia.

Para saber mais sobre tireoide baixe o folheto informativo no link abaixo:

 

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