Começa o COPEM

relogio 14/05/2015 - 17:46 Notícias

Seguindo o formato de conferências, simpósios e workshops, o foco do XI COPEM – Congresso Paulista de Endocrinologia e Metabologia - é criar conexões entre experts de diversas áreas da Medicina para ampliar o conhecimento e divulgar novidades sobre as patologias e tratamentos que envolvem a Endocrinologia. O evento, organizado pela Regional São Paulo da SBEM, completa 22 anos e contará com 82 palestrantes nacionais e cinco internacionais.

Além de especialistas internacionais, comitê abre espaço para as Ligas de Medicina.

O tema central do evento é “Do nascimento ao envelhecimento” e será realizado entre os dias 14, 15 e 16 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo

Novidades como palestras direcionadas aos graduandos, que participam de Ligas de Endocrinologia ou de Clínica Médica, também fazem parte da grade científica deste ano. Entre os especialistas internacionais, estão: a Dra. Maria Cristina Zennaro, do Hôpital Européen Georges Pompidou (França), que abordará temas relacionados à hipertensão, genética e doença cardiovascular. O tema Desafios na área de Metabolismo Ósteo-Metabólico será discutido pelo Dr. John Christopher Gallagher, da Creighton University School of Medicine (Estados Unidos).

O Dr. Rajeshi Thakker, da Oxford Centre for Diabetes, Endocrinology and Metabolism (Inglaterra), tratará em conferência e simpósio das Neoplasias Endócrinas Múltiplas, do diagnóstico clínico e molecular ao tratamento, assim como síndromes relacionadas ao Hipoparatiroidismo. A Fisiopatologia da Obesidade e visão crítica das modalidades de tratamento e acompanhamento clínico dessa epidemia endócrina serão temas abordados pelo Dr. Jack Yanovsk, do National Institute of Health- NIH (Estados Unidos). O Dr. Bu B. Yeap, da University of Western Australia, falará sobre “Os esteróides sexuais e risco de diabetes e doenças cardiovasculares em homens mais velhos”.

“Contaremos com a experiência de diversos profissionais que estão desenvolvendo pesquisa clínica, translacional ou experimental, e que poderão acrescentar dados na discussão sobre as evidências científicas mais consistentes para embasar as ponderações de uso de um método diagnóstico ou alternativa terapêutica na prática, ou até mesmo ampliar o entendimento da fisiopatogenia de uma determinada doença”, conta o Dr. Magnus R. Dias da Silva, presidente da Comissão Científica.

 

Fonte: Material enviado pela Assessoria de Imprensa da SBEM São Paulo

cbaem 2019
Proendocrino set 2018