Atualizada em: 08/04/2011
Paralisação Médica
No
Dia Nacional da Paralisação no Atendimento aos Planos de Saúde, cerca de 160 mil médicos em todo o país cruzaram os braços em protesto ao recente reajuste honorários, considerado por eles, irrisório. A mobilização foi definida pelas entidades médicas nacionais
FENAM,
Associação Médica Brasileira (AMB) e
Conselho Federal de Medicina (CFM), e contou com o apoio de diversas sociedades médicas, entre elas a
SBEM. Casos de emergência foram mantidos.
De acordo com dados da empresa Orizon, que autoriza o atendimento e integra as informações de cobrança netre as unidades de saúde e as operadores, o protesto provocou uma redução de 36% do número de consultas pagas por convênio.
A Bahia foi o estado que sentiu o maior impacto da paralisação dos médicos. O número de atendimentos foi 73% menor do que o realizado em dias normais, que geralmente conta com 10 mil atendimentos. Com a manifestação, o número foi de apenas 2.573.
Pernambuco reduziu o número de atendimentos em 68%, seguido pelo Distrito Federal, onde a quantidade foi 61% menor. Já o Rio de Janeiro teve o número de atendimentos reduzido em 40%, seguido por São Paulo, com 29%. Em Minas Gerais, houve redução nos atendimentos de 22%.
Após a manifestação, os lideres da paralisação se reunirão em 30 dias para reavaliar o andamento das negociações. Este trabalho será conduzido pelas entidades médicas em nível regional.
Atualizada em: 08/04/2011
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