Aprovados no TEEM - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
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Atualizada em: 06/10/2009

Título de Especialista

Aprovados no TEEM

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia divulga a lista dos aprovados na prova para Título de Especialista. A prova escrita foi realizada durante o III CBAEM, em Belém (PA).   
    
  • Adolfo B. De Souza Neto (RJ)
  • Adriana Rodrigues Pessôa (SP)
  • Aline De Melo (RJ)
  • Aline Pedrosa Otto (RJ)
  • Ana Carmen dos Santos Ribeiro Simões (MG)
  • Ana Carmen Medeiros Furtado (MA)
  • Ana Carolina Buzachero Machado (SP)
  • Ana Carolina Calmon da Costa (SP)
  • Ana Paula Cançado Gonçalves (MG)
  • Ana Paula de Souza Oliveira (MG)
  • Ana Paula Gonzalez (SP)
  • Ana Priscila Soggia Soares da Silva (SP)
  • André Camara de Oliveira (SP)
  • Andreza Vital Barretto (GO)
  • Ângelo Queiroz Frascaroli (MG)
  • Antonio Bosco Mascarenhas (DF)
  • Áureo Ruben Gil Lindolfo Chaves (SP)
  • Breno de Freitas Tavares (MG)
  • Camila Luhm Silva Perez (PR)
  • Camila Mont- Serrat (RJ)
  • Carla Sanchez Bergamin (SP)
  • Carolina  B. da Cunha (RJ)
  • Carolina Daher Albieri (GO)
  • Carolina Ferraz da Silva (SP)
  • Carolina Preissler (RJ)
  • Caroline Wust do Nascimento Gaya (SC)
  • Cassiana Ferreira Silva de Faria (GO)
  • Celia Silva Egito (PI)
  • César Ferreia  Penna de Faria (AM)
  • Cibele Tiemi Suhara (SP)
  • Cláudia Aparecida Mundim (GO)
  • Claudia Mayumi Ochiai (SP)
  • Claudia Nogueira Benati (SP)
  • Claudio Luiz Lustosa de Oliveira (SP)
  • Cristiana Rocha Pinto de Abreu (DF)
  • Cristiane Da R. Azevedo (RJ)
  • Cristiane Vasconcelos Caetano (MG)
  • Cristina Dias Lima (SP)
  • Daniela Cristina Lopes de Oliveira Palmegiani (SP)
  • Daniela Yone Veiga Iguchi (SP)
  • Eduardo Quadros Araújo (BA)
  • Elaine Oliveira Dias (RJ)
  • Eliane Nicoliello Derrico (SP)
  • Eloisa Maria Cagni de Faria (RN)
  • Emerson Leonildo Marques (SP)
  • Érica Abel da Silva (MS)
  • Erica Correia Garcia (DF)
  • Érico Gurgel Amorim (RN)
  • Erik Trovão Diniz (PE)
  • Fabiano  M. Serfaty (RJ)
  • Fabiano Tegão Nave (RJ)
  • Fabiola Costenaro (RS)
  • Fernanda C. De Freitas (RJ)
  • Fernanda V. R. De Azevedo (RJ)
  • Fernanda Vaisman (RJ)
  • Fernando César Robles (SP)
  • Flávia Emilia Bebber (RS)
  • Flávia Lopes de Macedo (MG)
  • Flavia M. Libonati da Silva (RJ)
  • Franciane Trindade Cunha de Melo (MA)
  • Frederico Fernandes Ribeiro Maia (MG)
  • Geaynne Silva Passos (RJ)
  • Giseli Dazzi Lorenzoni (ES)
  • Grayce Ellen da Cruz Paiva Lima (CE)
  • Graziela Roccon Zanetti (RJ)
  • Isabel Andréa Ferreira Carvalho (PI)
  • Isabela Carolina Godoy Santos (SP)
  • Isabela Maria Santos Ferreira de Menezes (SE)
  • Janda Riemann Costa e Silva (GO)
  • Jeanne Debortoli Gama (PR)
  • Ji Hoon Yang (SP)
  • Joana Karin Previato (SP)
  • Joana R. D. Pereira (RJ)
  • João Paulo Machado Lemos (MG)
  • Joaquim Custódio da  Silva Junior (BA)
  • José Elias Braga Vilas Boas (SP)
  • José Roberto Cunha Marcondes Filho (SP)
  • Júlia Michels Ferreira (SC)
  • Juliana Laprega de Souza Barella (SP)
  • Juliana Mari Palmeira Canuto (PE)
  • Karina S. S. C. Dos Reis (RJ)
  • Laura da Silva Girão (SP)
  • Laura Guimarães Fonseca Ferrari (SP)
  • Lidiane Moura e Silva (RN)
  • Lígia Oliveira Mattos (SP)
  • Lívia Mara Mermejo (SP)
  • Liza Pereira da Silva Negreiros (ES)
  • Lorena de Oliveira e Lima (SP)
  • Ludmilla Ferreira Cardoso (SP)
  • Luís Gustavo Cambrussi Bortolini (PR)
  • Luisa Adriana A. Antunes (RJ)
  • Marcelo Alves Alvarenga (SP)
  • Marcelo Shimizu (SP)
  • Márcia Costa dos Santos (SP)
  • Marcio Aurélio Silva Pinto (SP)
  • Marco Aurélio Marins Aguiar (SP)
  • Maria Juliana de Melo Arruda (PE)
  • Maria Thereza Alvim Costa Leite (MG)
  • Mariana Diligenti Machado (RS)
  • Mariana Tenório Antunes Reis (SP)
  • Melissa Martini Arruda (SP)
  • Michele Renata de Souza (CE)
  • Michelle Veronica Ligabue (SP)
  • Miguel Alonso Gonzalez (SP)
  • Natália de Castro Pecci Maddalena (MG)
  • Nathalia Siqueira Ferreira (SP)
  • Olavo De S. Costa (RJ)
  • Patrícia Barros Vieira (MG)
  • Patrícia Chamadoira Kühn (BA)
  • Patricia Moreira Gomes (SP)
  • Patricia Zeni de Lima Teixeira de Freitas (PR)
  • Paula Gonçalves Perches (SP)
  • Priscila Bernal da C. Seguro Signorini (SP)
  • Priscila Brito de Freitas Alvim (DF)
  • Rafael Nardini Queiroz Pergher (SP)
  • Renata Amazonas de Lacerda Carvalho (BA)
  • Renata Maria Monteiro Leite (ES)
  • Renata Yuri Koga (SP)
  • Ricardo Mendes Martins (RJ)
  • Roberta Fernandes Franz (RS)
  • Rodrigo A. Tupiassu Gurjão Sampaio (SP)
  • Sabrina Soares Paulo (SP)
  • Sandro Augusto Gonçalves Ribeiro (AM)
  • Sebastião Camargo Schmidt Neto (SP)
  • Sonia Regina Angélica Gasparoni Wesley (SC)
  • Suziane Angelita da Conceição (SP)
  • Tatiana Denck Gonçalves (SP)
  • Tatiana Valente (SP)
  • Telma Palomo de Oliveira (SP)
  • Thais Mussi (SP)
  • Tiago Correia Cavalcanti (SP)
  • Vanessa Fonseca de Campos (PA)
  • Vanessa M. Vasques (RJ)
  • Verushka T. P. Cortez (RJ)
  • Vinicius G. Bonisson
  • Wilson José de Freitas (RJ)

Atualizada em: 06/10/2009

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Opiniões dos Leitores

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william kardec alves pereira, 03/09/2009 - 07:09h.

As questões de geneticas neste ano foi em maior número, que ano anterior? O que pretende avaliar ? - acho que teria questões mais importantes para avaliar o profissional que genetica basica.... Acho precisa ser revisada. O tempo de realização de prova é insuficiente - por que não ser feita em 4 horas. Será que este modelo de avaliação está adequado? Na avaliação de 2008 - teve perguntas mais sucintas e diretas - inclusive profissionais com residencia em endocrinologia não conseguirão passar nesta prova. Acho que a precisa muda?


Eduardo, 03/09/2009 - 13:09h.

O tempo precisa ser maior mesmo. Nao consigo passar da questo 70.


Denise, 08/09/2009 - 23:09h.

Além do mais é um absurdo a impossibilidade de recurso da prova. Isso é possível em qualquer concurso público. Concordo que a forma com que a prova está sendo feita em especial neste ano deveria ser reavaliada.


joão, 09/09/2009 - 00:09h.

Ninguém pensa no lucro que dá pra MESMA comissão fazer a prova todo ano, vender livro com questões comentadas, ETC..


Mônica, 09/09/2009 - 08:09h.

Acho que realmente poderia ser modificada a forma de avaliação. O comentário é geral: o tempo é insuficiente para a maioria, muitas questões sem propósito de avaliar o real conhecimento que um endocrinologista precisa ter e muitas sendo preenchidas só para não deixar o gabarito em branco. Acho que toda mudança positiva é válida.


Fran, 11/09/2009 - 14:09h.

Acho q a forma de avaliação do TEEM necessita ser reestruturada com urgência. Em primeiro lugar uma vez q o candidato passou na prova prática, não seria mais necessário fazê-la novamente p/ prestar a prova teórica, qdo não passar na mesma. Algumas questões da prova em espacial as de genética, foram tiradas de artigos e estudos muito recentes, só publicados na intenet, e ainda não constam nos livros usados como bibliografia mencionados no edital.Concordo com os colegas q algumas questões não medem conhecimento, e assuntos muito mais importantes poderiam ser abordados com maior frequencia. E por fim, para todos nós a prova de título é importante, para podermos entrar em determinados convênios e trabalhar em alguns hospitais, em várias regiões do país a especialidade de Endocrinologia é coisa rara, há déficit de profisionais, então pq dificultar tanto a obtenção de uma ferramenta de trabalho p/ o prissional? Ninguém está pedindo uma prova mais fácil, apenas mais coerente.


Mary , 13/09/2009 - 10:09h.

Gostaria de reforçar os comentários que muitas colegas já fizeram em relação a Prova de Avaliação para Título de Especialista em Endocrinologia e acrescentar mais alguns. A primeira coisa que deve ser repensada é a NESCESSIDADE DE NOVA REALIZAÇÃO DA PROVA PRÁTICA no ano seguinte quando o candidato não é aprovado na prova teórica, que aliás não mede nenhum conhecimento da forma como tem sido realizada. Em relação a prova escrita, em primeiro lugar o tempo de apenas três horas para realização de 100 questões (muitas dela com casos clínicos grandes e que exigem raciocínio clinico, o que é certo, para uma avaliação para título de especialista) é muito pouco, são menos de dois minutos para cada questão, sem contar que ainda temos que passar gabarito, assinar lista de presença e parar várias vezes para corrigir diversos erros em várias questões da prova (ex. erros de digitação). Outro absurdo é não pordermos ter acesso às provas e entrarmos com recursos, como se a prova fosse PERFEITA, EM QUALQUER CONCURSO PÚBLICO TODOS TÊM DIREITO A RECURSO, acho isso um absurdo e uma total falta de respeito com os candidatos e colegas Médicos, principalmente considerando a presença de diversas questões erradas e cobrando conteúdos que não são encontrados em NENHUMA DAS BIBLIOGRAFIAS INDICADAS, principalmente questões de genéticas, que aliás não nos ajudam em nada na nossa prática diária (não entendo o objetivo de mais de 10% da prova ser de biologia molecular, muitas delas puramente conceituais, sem nenhuma relevância para o endocrinologista clínico, isso não é prova de mestrado, doutorado, etc). Acho que a prova deveria ser mais Clínica e inteligente para realmente avaliar o conhecimento do Médico Especialista, conheço vários colegas que têm título e que não sabem conduzir nem um caso como Bócio multinodular ou uma tireoidite subaguda (são alguns dos exemplos de casos reais de pacientes que recebi em meu consultório vindo de outros colegas mal conduzidos, em poucos meses de prática). Deveria ser lembrado que nem todos os colegas são ricos e que já dedicaram anos de estudos e que precisam do Título para fazer convenios e para trabalhar em muitos hospitais, como já foi comentado pela colega Fran. E como já disseram não queremos uma prova mais fácil mas mais justa. Duvido que qualquer um dos membros da comissão fizesse bem essa prova inteira em apenas três horas. Acho que essa prova e todas essas questões levantadas deveria ser revistas para que A AVALIAÇÃO FOSSE MAIS JUSTA.


gilcilene carlos cavalcante, 19/09/2009 - 18:09h.

concordo com os demais colegas,que não há necessidade de repetir a prova prática para quem ja foi foi aprovado até porque essa nota é enviada para a nacional,deveria ficar arquivada,e o candidato faria novamente apenas a prova escrita;acho sim importante os conhecimento de genética,mas tambem acho que a comissão deve diminuir o numero de questões e explorar mais os casos clinicos mais complicados ,casos práticos do dia a dia dos consultório,das enfermarias,explorar mais o raciocio clinico do endócrino,porque endocrinologia é uma especialidade essencialmente clinica,considerada por muitos colegas de outras areas uma especialidade dificil,pensem,considerem as nossas susgestões!


Carolina, 19/09/2009 - 19:09h.

O tempo de duração da prova é muito curto. Algumas questões são longas, respostas semelhantes e que podem gerar dúvidas. Acho que o objetivo é que se responda a prova raciocinando, o que, por mais que se tente, não se consegue fazer até o fim. Considerando que se preencha o gabarito rapidamente, tentando ter cuidado para não trocar as respostas na grade, temos menos de 2 minutos para cada questão. Fora as questões que não estão na bibliografia. Acredito que isso possa ser revisto. As questões de casos clínicos são bem formuladas e poderiam ser em maior número, com um tempo mais prolongado de prova, para que tenhamos a real sensação de estarmos sendo testados sobre a nossa prática clínica.


luciane orlandi collus santos, 30/09/2009 - 22:09h.

A prova é muita extensa.Não sei este ano,mas o índice de aprovação tem ficado baixo.acompanho outras provas de títulos e vejo que a a provação é maior.Não queremos ser experts apenas bons clínicos. Luciane


leila, 05/10/2009 - 21:10h.

Também acho que quem passou na prova prática em outro ano não deveria fazê-la novamente.Precisamos trabalhar,mas está difícil conquistar esta prova e olha que as vagas de residência são poucas, localizadas em boas instituições e geralmente os profissionais saem bem formados.Leila SP


andreia, 05/10/2009 - 21:10h.

Prestei a prova por 3 anos consecutivos e só consegui passar na terceira tentativa,mesmo tendo feito uma boa residência em escola federal.Realmente é difícil.cerca de 20% da prova foi na sorte (chute).Fico triste com a dificuldade que as pessoas tem em conseguir até por que não podem trabalhar em convênios.


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